quarta-feira, 3 de novembro de 2010

a história de quinquin: parte 1

Sim meus queridos... essa é uma longa história... sentem-se, peçam algo pra beber ou acendam seu cigarro (de índio, é claro, por que nicotina faz mal... rsrs)
A equipe médica por trás dos experimentos em diversos animais com superdosagens de THC era muito ambiciosa e pesquisava também outras drogas e seus efeitos em animais, mas não é o ponto que nos prolongaremos, por que drogas fazem mal crianças, e maconha não é droga, é legal!




VoVoW de las Marfias

Então depois que foram estabelecidas as metas do programa, o gatinho quinquin começou a ter as melhores e piores experiências de sua vida. Ao ser inflado, através de um tubo em suas narinas e bocas, com um gás extremamente concentrado de THC, o gatinho coitado, ficava muito louco (CLARO!) e percebia coisas diferentes do que ele percebia antes... isso ficava explícito quando ele ia até o meio de um recinto qualquer e brincava "sozinho", a equipe médica, a essa altura formada por

VoVoW de las Marfias (fornecia segurança e sigilo nas operações),
Serth
Serth (Médico PHD em canabinologia e farmaco-cinética das lombras e  elementos químicos), Marcola (este que o escreve, que é só louco mesmo... tava no lugar certo na hora certa... acabou por se tornar um dos diretores do programa posteriormente devido à sua empolgação e empenho ao projeto), Sid (da turma dos melhores feras, na época conhecido pela alcunha de Chacal. era responsável pela manutenção dos efeitos decorrentes da aplicação do THC, como por exemplo a famosa larica: fome), Marionete (Autor do best-seller "O goma master", desenvolveu a habilidade única de deixar um baba descer até aproximadamente o chão e voltar à sua boca, estando em pé* e gomar
Marionete, esta foto diz tudo.
esta mesma distância em backs de uma só vez) entre as entidades de outros planos que assistiam (do verbo ajudar) os experimentos.

Estas pessoas se reuniam em uma alcova em horários diferentes do dia,

e da semana e períodos lunares e solares, como solstícios e equinócios inclusive. Estudavam o comportamento do gato e dos demais animais sobre o efeito da droga e se havia mudança em seu comportamento. No começo o gato quinquin brincava muito sozinho, como se interagisse com animais póstumos, que eram relatados nos sonhos de alguns componentes da equipe médica. Demonstrava profundo respeito e entendimento das regras básicas do convívio social inter-especies porém esquecía detalhes do seu nincho original como cagar na areia. Posteriormente voltou a fazer
Marcola
sua merda no lugar certo, porém não
mais brincava com outros seres deste plano ou de outros... ficava sempre em meditação (SENTADO COMO UM HUMANO) ou dormindo mesmo. A equipe médica é crente de que o gato iluminou-se através do uso da maconha.


Cid criando bolinhas de sabão com a mente
Biografia dos componentes da equipe médica nos próximos posts.
LEMBRANDO AOS DESAVISADOS QUE NÃO LERAM A

DESCRIÇÃO DO BLOG, ESTA HISTÓRIA É FICTÍCIA, ENTÃO NÃO ME VENHA COM INVENÇÕES!


Abaixo, foto de quinquin esperando o almoço, a mesa.



Um abraço a todos por que é abraçando que se hamoniza o corpo e a ritmo dos corações!
luz!